A Justiça do Espírito Santo reconheceu a suspeição do promotor Edilson Tigre Pereira em uma ação penal na Vara Única de Montanha. O juiz Helthon Neves Farias determinou o afastamento do promotor de um processo que investiga o advogado Arthur Borges Sampaio.
Na decisão, o magistrado caracterizou como “flagrante animosidade” o conflito observado durante audiência em 27 de novembro de 2024. O afastamento visa preservar o equilíbrio processual e evitar possíveis nulidades.
A suspeição ocorre quando há impedimento de um agente jurídico atuar no processo por vínculos subjetivos com as partes. No caso, o juiz entendeu que o atrito poderia comprometer o andamento processual, especialmente com o advogado na condição de investigado.
O magistrado destacou que o afastamento é temporário e cessará caso a denúncia contra o advogado seja rejeitada em recurso.
O afastamento é específico para este processo, no qual Arthur Borges Sampaio figura como investigado.

O processo tramita em segredo de Justiça.




















































































