A Câmara Municipal de Montanha, sob a presidência do vereador Divaldim da Agricultura, conquistou o melhor índice de transparência entre os Legislativos municipais da Região Nordeste do Espírito Santo, alcançando 69,61% no Radar Nacional da Transparência Pública. O desempenho coloca o parlamento montanhense à frente de Jaguaré (67,67%) e Pinheiros (62,13%), no comparativo regional do levantamento nacional.
O resultado da Câmara de Montanha foi determinante para que o município obtivesse o primeiro lugar no ranking geral de transparência da região, com índice de 75,15%. Combinado ao desempenho do Executivo municipal (80,68%), o Legislativo demonstrou equilíbrio na gestão da informação pública, diferentemente do que ocorre em outros municípios da região.
O contraste mais evidente aparece em Ponto Belo, onde apesar do Executivo ter alcançado 78,99%, a Câmara Municipal registrou apenas 30,17% – o pior índice entre todos os Legislativos avaliados na região. Situação semelhante ocorre em São Mateus, cuja Câmara obteve 36,56%, enquanto o Executivo lidera isoladamente com 89,56%, revelando profunda assimetria na gestão da transparência entre os poderes.
Entre os Legislativos avaliados na Região Nordeste capixaba, além de Montanha (69,61%), Jaguaré (67,67%) e Pinheiros (62,13%), aparecem Boa Esperança (54,99%), Pedro Canário (50,26%) e Mucurici (50,41%), todos abaixo dos 55%.
A Região Nordeste do Espírito Santo apresentou índice médio de transparência de 63,97%, refletindo desafios significativos na adequação às normas de acesso à informação pública. O município de Mucurici registrou a situação mais crítica, com apenas 51,23% de índice geral, devido ao baixo desempenho tanto do Executivo (52,04%) quanto do Legislativo (50,41%).
O Radar Nacional da Transparência Pública avalia critérios como divulgação de atas, prestação de contas, informações sobre licitações e contratos, publicação de legislação municipal e cumprimento da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011). A avaliação serve como instrumento fundamental para o exercício do controle social sobre a atividade parlamentar e a gestão dos recursos públicos municipais.




















































































