O Brasil voltou a fazer história no Mundial de ginástica rítmica neste domingo (24), conquistando sua segunda medalha de prata consecutiva na competição disputada na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. Desta vez, o feito veio na final da série mista (três bolas e dois arcos), onde o conjunto formado por Duda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira, Mariana Gonçalves e Maria Paula Caminha encantou o público ao som de “Evidências”.
Com uma apresentação de alta qualidade técnica e forte apelo emocional, as brasileiras somaram 28.550 pontos, garantindo o segundo lugar no pódio. A performance levou a torcida presente à Arena Carioca 1 ao delírio e consolidou um momento histórico para a ginástica rítmica nacional.
“Parece replay, mas não é! O Brasil acaba de garantir sua segunda medalha mundial seguida! Mais uma medalha de prata, agora na final de arcos e bolas! Que momento! Pra ficar escrito na história!”, celebrou a Confederação Brasileira de Ginástica nas redes sociais.
O ouro ficou com a Ucrânia, que superou o Brasil por apenas um décimo de ponto, totalizando 28.650. A medalha de bronze coube à China, com 28.350 pontos, completando um pódio extremamente disputado.
Esta conquista veio apenas um dia após o Brasil garantir uma inédita medalha de prata na prova geral do Mundial, que tem a nota composta pela performance na série mista e na série de cinco fitas. O resultado marca uma ascensão impressionante da ginástica rítmica brasileira no cenário mundial.
Tropeço na série de cinco fitas
Também neste domingo, o conjunto brasileiro participou da final da série de cinco fitas, mas desta vez o resultado não foi tão positivo. Marcada por alguns erros de execução, a apresentação rendeu 22.850 pontos, deixando o Brasil na 6ª colocação.
Nesta prova, o pódio foi dominado por potências asiáticas e europeias: a China conquistou o ouro com 27.550 pontos, o Japão ficou com a prata (26.650) e a Espanha completou o pódio com o bronze (25.950).
Apesar do resultado menos expressivo na série de fitas, as duas medalhas de prata conquistadas pelo Brasil no Mundial representam um marco histórico para a modalidade no país e prometem inspirar uma nova geração de ginastas rítmicas brasileiras.



















































































