A Volkswagen voltou a ajustar a produção por conta da estagnação do mercado, apesar dos descontos patrocinados pelo governo federal para estimular a venda de veículos. A montadora é inclusive a segunda que mais teve créditos tributários liberados até o momento (R$ 60 milhões).
Já os metalúrgicos da General Motors (GM) em São José dos Campos, no interior de São Paulo, aprovaram acordo do sindicato com a montadora para suspender um turno da fábrica, que produz a picape S10 e o utilitário esportivo TrailBlazer, por até dez meses. A GM já recebeu R$ 20 milhões em créditos tributários do governo (veja mais abaixo).
A VW parou completamente nesta semana (de segunda-feira a sexta-feira) a produção das fábricas de Taubaté, no interior paulista, e de São José dos Pinhais, no Paraná — que já vinha desde o início do mês funcionando em apenas um turno.
A unidade paranaense da Volks produz o utilitário esportivo T-Cross e a de Taubaté, o Novo Polo e o Polo Track (sucessor do Gol). Os dias parados nas duas unidades serão descontados do banco de horas dos funcionários.
A montadora também vai parar por dez dias, a partir de 10 de julho, a fábrica de São Bernardo do Campo, onde são produzidos o Novo Virtus, o Novo Polo, o Nivus e a picape Saveiro. Os operários dos dois turnos da planta no ABC paulista vão entrar em férias coletivas.
Segundo a Volkswagen, todas as ferramentas de flexibilização estão previstas em acordo coletivo firmado com o sindicato e trabalhadores.


















































































